Respiração Holoscópica

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 Como costumo dizer, dispensa qualquer apresentação para quem já a fez. O impacto da primeira respiração holoscópica na nossa pele, na nossa vida, fica gravado.

Seja porque vimos, sentimos, atravessámos partes mais profundas de nós mesmas, seja porque nos reconhecemos nessa dimensão transpessoal e eterna de simplesmente SER.

O que é? E porque algo tão simples tem um efeito tão transformador?

As respirações catárticas são tão antigas como a história do homem. Processos de limpeza, mudanças de estações, iniciações de ciclos de vida, etc. A respiração catártica permitia uma limpeza física e emocional. Para além disso, era porta de entrada com o “mundo invisível”, desde os fantasmas internos que nos acompanham até ao mais magnífico de nós. à união plena com “o que há” e “o que é”.

Hoje, não mudou assim tanto. A respiração holoscópica vai permitir uma oxigenação acelerada do cérebro e de todo o corpo. Entre o rompimento de bloqueios emocionais que nos habitam há anos, permite-nos – se nos permitirmos – o acesso a estados alterados de consciência.

Sempre com total segurança, observação e nós mesmos e sabedoria interna desperta.

Diz-se que substitui anos de terapia.

Certamente, aumenta a nossa visão do mundo.

Para quem já fez, nunca temos a mesma experiência. Para quem não fez, algo a – definitivamente – não perder.

Sábado, dia 28.

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Paraíso…

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Acabei de num livro, acerca de uma infância no Algarve: “Declaro que conheci o Paraíso, quando o paraíso era rocha, luz, água transparente como um filtro, um fundo de areia, ouriços e búzios intocados, e os homens navegavam em barcos a remos, porque o tempo não tinha pressa e a beleza de tudo isto era tamanha que nos cegava.”

De imediato senti vontade de escrevinhar “E eu também”.

E por segundos que soaram a eternidade, rebolei nas dunas e entretive-me a fazer castelos para as pobres carochas que me caiam nas mãos; fui pescar na ria com uma cana pequenina, feita para mim pelo meu avô. Não sei o que é feito dela, mas como regozijava de alegria quando sentia sob as minhas mãos a cana estremecer e ser puxada para a água. O meu avô, com a sua paciência infinita, lá me ajudava a tirar o peixe que eu insistia em não deixar sair de vista, pois tinha de ser aquele que eu ia comer.

Vi-me a correr em bando, desgrenhada e descalça, entre o abafado calor, a maresia e a areia escaldante nos pés. Meti-me debaixo dos barcos que os pescadores voltavam na areia, e onde passávamos tardes inteiras a contar estórias, e a inventar tantas outras.

E havia as noites…

Calçavam-se os sapatos, por fim. Jogávamos às escondidas e valia tudo. Ou sentávamos-nos no muro e conversávamos, como gente grande.

Os adultos iam-nos jogando um olhinho, enquanto se sentavam à fresquinha, sinónimo de trazer as cadeiras cá para fora e ficar à conversa.

Era um Verão maior. Um verão que durava mesmo o verão inteiro. E que parecia uma vida. Um verão que, à noite, era sempre magicamente, esplendorosamente, estrelado.

Não era preciso muito para se ter uma infância feliz.

Educação das Emoções

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“A qualidade da nossa vida depende da qualidade das questões que nos colocamos.” John Demartini

O processo de educação das emoções proporciona-nos a oportunidade de experienciar 40 dias de profunda entrega, atenção e intenção à vida. Com textos de uma beleza única, temas que nos levam ao profundo e às questões que transformam  a nossa vida. Com 4 sessões presenciais, este trabalho permite uma partilha e uma vivência em grupo. Além disso, pode escolher duas sessões individuais via skype com um terapeuta transpessoal.

Se há trabalho que considero um investimento é este. Fi-lo há 3 anos. Talvez por tê-lo sentido na pele, e ao despertar para uma nova forma de ser, consigo falar dele com tanto empenho.

Este é o processo que não esquecemos nunca mais.