Quanto é o Suficiente?

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Quanto é que é o suficiente? Quando é que chega? Quando é que sentimos que é tempo de parar de procurar fora? De procurar mais? Quando é que sentimos que já chega de quantidade de medo, de sofrimento, de dificuldade (criada por nós)?

Quando é que abrimos a porta a sermos o suficiente para nós mesmos? E como o fazemos?

Uma exposição sobre a busca da felicidade e os equívocos do consumismo material e espiritual. Abordaremos a “síndrome de não ser suficientemente bom” e a adição ao perfeccionismo como enfermidade social. O círculo do medo, o valor pessoal e a escassez. A presença no agora, o poder da inteligência cardíaca e o acompanhamento a si mesmo como chaves para uma Vida com sentido.

Terça, 21 de Abril. Das 20h às 21h30. Entrada livre. Lugares limitados.

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – Auditório Armando Guebuza, 376 Campo Grande, Lisboa, PT

Reservas: http://www.eventbrite.com/e/bilhetes-quanto-e-o-suficiente-a-conquista-da-felicidade-16577405466?aff=efbevent

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Respiração Holoscópica

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 Como costumo dizer, dispensa qualquer apresentação para quem já a fez. O impacto da primeira respiração holoscópica na nossa pele, na nossa vida, fica gravado.

Seja porque vimos, sentimos, atravessámos partes mais profundas de nós mesmas, seja porque nos reconhecemos nessa dimensão transpessoal e eterna de simplesmente SER.

O que é? E porque algo tão simples tem um efeito tão transformador?

As respirações catárticas são tão antigas como a história do homem. Processos de limpeza, mudanças de estações, iniciações de ciclos de vida, etc. A respiração catártica permitia uma limpeza física e emocional. Para além disso, era porta de entrada com o “mundo invisível”, desde os fantasmas internos que nos acompanham até ao mais magnífico de nós. à união plena com “o que há” e “o que é”.

Hoje, não mudou assim tanto. A respiração holoscópica vai permitir uma oxigenação acelerada do cérebro e de todo o corpo. Entre o rompimento de bloqueios emocionais que nos habitam há anos, permite-nos – se nos permitirmos – o acesso a estados alterados de consciência.

Sempre com total segurança, observação e nós mesmos e sabedoria interna desperta.

Diz-se que substitui anos de terapia.

Certamente, aumenta a nossa visão do mundo.

Para quem já fez, nunca temos a mesma experiência. Para quem não fez, algo a – definitivamente – não perder.

Sábado, dia 28.

Circulo Transpessoal de Mulheres

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“A tarefa que se impõe à mulher de hoje é sanar a parte ferida da natureza feminina que existe no mais profundo de si mesma e da sua cultura.”
Maureen Murdock

O trabalho com o feminino é a minha casa. Onde cresci e não sabia. Onde a adolescente em mim sonhou e abriu asas para um mundo mágico e fascinante que lhe ensinou de onde vinha as mulheres.

Onde me fiz mulher em busca dessa ligação ao útero-terra-corpo, que perdi tantas e tantas vezes, e encontrei tantas outras, sempre regressando a mim mesma.

Quando comecei a abrir este trabalho a outras mulheres, abri-me à vida. Cresci tanto, com as minhas irmãs que me acompanharam ao longo de anos e cursos e danças, lágrimas, descidas ao submundo, caminhadas pela serra e muito riso sanador.

Parei quando a vida me levou a outras descidas a mim mesma.

E regresso.

Com mais silêncio interno. Mais simplicidade. Uma vontade doida de voltar a ter nas minhas mãos as mãos de outras mulheres.

Um circulo é um espaço sagrado. A celebração do feminino é um processo de cura profunda. Nós, mulheres, sabemos disso.

E é disso que falaremos.

Mais informações aqui.

A Celebração do Feminino e o Despertar da Sábia

Um círculo de mulheres é uma oportunidade de crescimento e de partilha a níveis de profundidade quânticos. Neste círculo, queremos despertar a sábia interna, a mulher que aprende o poder do silêncio interno e que se acompanha a ela mesma. A que conhece o seu corpo e a sua intuição. A que não tem medo de atravessar emoções e sabe integrá-las na vida de todos os dias. A Conselheira da Comunidade.

Temas a trabalhar:
– O encontro com o silêncio interno
– Ciclos internos e externos
– A criança ferida e a criança mágica
– A minha mãe e eu: etapas da jornada feminina
– Os ancestrais
– O corpo e as emoções
– O masculino, o poder interno e a intimidade
– Misticismo feminino: o poder do símbolo

Os temas não serão fechados. Como círculo que somos, as próprias participantes trarão ideias para trabalho, através das suas vivências e curiosidades.

O trabalho terá uma grande componente vivencial.

Educação das Emoções

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“A qualidade da nossa vida depende da qualidade das questões que nos colocamos.” John Demartini

O processo de educação das emoções proporciona-nos a oportunidade de experienciar 40 dias de profunda entrega, atenção e intenção à vida. Com textos de uma beleza única, temas que nos levam ao profundo e às questões que transformam  a nossa vida. Com 4 sessões presenciais, este trabalho permite uma partilha e uma vivência em grupo. Além disso, pode escolher duas sessões individuais via skype com um terapeuta transpessoal.

Se há trabalho que considero um investimento é este. Fi-lo há 3 anos. Talvez por tê-lo sentido na pele, e ao despertar para uma nova forma de ser, consigo falar dele com tanto empenho.

Este é o processo que não esquecemos nunca mais.